segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Passos Coelho apela ao consenso nacional e Seguro foge para o Constitucional

A qualidade dos políticos nota-se pelo discurso que cada um apresenta ao seu eleitorado. No entanto, as propostas políticas também são importantes para conquistar as pessoas.

Neste aspecto há uma diferença enorme entre Passos Coelho e António José Seguro. Percebo que o líder socialista tenha de mostrar que é alternativa ao governo e por isso é que o discurso de Seguro é destrutivo. Enquanto Passos Coelho apela ao consenso nacional, Seguro foge para o tribunal constitucional e não tem uma única ideia apesar dos esforços do PSD para integrar o PS numa solução que beneficie o país. 

Penso que o PS actua desta forma porque não tem ideias, propostas nem soluções e é por isso que, nem os portugueses e muito menos o PR o vêem como alternativa credível. Fico chocado com a atitude de Seguro porque o TC é a única forma de o PS garantir uma vitória sobre o PSD numa altura em que a maioria está perto de conquistar os seus objectivos. 

Ninguém pode acusar o PM de tentar um consenso porque este tem sido o seu discurso desde o início das dificuldades. Contudo, o líder do PS prefere ser negativo e procurar criar instabilidade na sociedade mesmo quando se sabe que a estabilidade está perto de voltar ao país. 

Espero que os portugueses na hora exacta saibam ter em conta este aspecto e façam justiça ao comportamento do actual PM em contraste com a deplorável prestação de António José Seguro como principal líder da oposição. 

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