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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Capucho é mais um

À medida que o tempo passa começam a surgir nomes para as presidenciais de 2016. Cavaco Silva nem sequer cumpriu metade do segundo mandato e só se fala nas eleições para Belém, quando ainda há legislativas em 2015. 

O último a atirar-se para a frente foi António Capucho. O homem que sempre criticou o governo está disposto a avançar. A única hipótese do social democrata é dar o passo em frente mas como independente, já que nunca vai ter o apoio do PSD liderado por Passos Coelho. Aliás, nenhum dos possíveis candidatos a Belém terá o apoio do actual primeiro-ministro já que todos estão contra o executivo.

Apesar de 40 anos dedicado à política, Capucho nunca foi ninguém. A sua obra é basicamente a nível partidário e pouco mais. Além do mais, o pré-candidato fica ligado à derrota de Marco Almeida nas últimas eleições autárquicas em Sintra. Nestes termos o nome de Capucho é um dos cerca de 400 que o partido quer expulsar. Vendetta?

Como é normal na política portuguesa, aqueles que se apresentam neste momento como candidatos não irão a jogo. Os que querem Belém só o vão dizer na altura própria. É sempre assim que funciona. 

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