quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O país perguntou....

.........e o Primeiro ministro respondeu!

Embora se tenha tratado de um conversa quase informal, o PM não fugiu a nenhuma questão colocada pelos portugueses. Com a frontalidade e honestidade de sempre, Passos Coelho procurou explicar os passos que se vão dando nas mais diversas áreas.

Ao ter revelado que o IRC vai descer e o IVA na restauração poderá sofrer alterações, o PM está abrir um novo ciclo. Tendo margem para mexer nestes dois impostos é porque a situação portuguesa está controlada. Menos impostos mas cortar em pensões e salários que não se justificam parece uma boa ideia, já que o país não pode viver nesta desigualdade. Há diferenças entre os dois sectores (público e privado), quando temos de pagar mais impostos porque há salários na função pública que deviam ser ajustados.

Ainda não percebi porque razão um viúvo tem direito a receber uma  pensão, mas mais incompreensível são as críticas da esquerda em relação a este assunto. É um facto que o cônjuge terá necessidade de viver com mais rendimentos, contudo não é normal que se continue a gastar dinheiro ao desbarato. Há vícios que não podem continuar a ser mantidos.

O PM revelou que os fundos comunitários que Portugal terá acesso serão distribuídos às empresas. Esta é uma excelente medida de combate ao desemprego e ao défice. Em vez de perdermos dinheiro com obras públicas sem nexo, o financiamento europeu é para o desenvolvimento da economia portuguesa. Não podia estar mais de acordo com esta medida. Este gesto do governo revela quais são as prioridades do executivo. E que tudo está a ser feito para relançar a economia do país. 

Não sei se mandar a troika embora de Portugal será suficiente para o governo vencer as legislativas de 2015. Concordo com Ricardo Costa neste aspecto, contudo o povo é suficiente maduro e inteligente para perceber as razões de tanta austeridade. Mas acima de tudo ter a noção que o esforço vale a pena. 


2 comentários:

Fatyly disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Fatyly disse...

O país perguntou? ou foi apenas uma certa "elite do país".

Como homem não ponho em questão a sua honestidade e frontalidade, mas como político e sobretudo como 1º ministro mais parecia um aluno numa prova oral que resumindo deu em NADA. Não acredito que ele não sabia quais eram as perguntas!!!!

Mas o verniz estalou e aí apareceu o 1º ministro desgastado e picado, já sem paciência por ter sido apanhado de surpresa e foi o que foi, falamos no caso do seu eleito Rui Manchête!

Agora sou eu e milhares como eu que digo: que se lixem as eleições de 2015, eu quero é saber se em 2014 terei capacidade financeira para comer, pagar a água, luz e gás, renda e internet (esta não tarda irá ter um fim), ou seja...pelo menos sobreviver.

Somos todos maduros e inteligentes e eles é que julgam que não.

Isto está num autêntico caldeirão que fervilha!!!!




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