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terça-feira, 27 de agosto de 2013

A terceira guerra mundial e as novas armas

O momento porque todos esperavam aconteceu: A Síria foi o primeiro país a lançar a Guerra Química. A ameaça de Saddam Hussein não se concretizou, nem o Irão teve coragem para acabar com Israel deste forma. Foi o regime de Bashar Al Assad o primeiro a usar a arma mais letal do século XXI. Para já, o Presidente Sírio fê-lo contra o seu próprio povo, o que não implica não usar armas químicas contra povos de outras nações, nomeadamente os americanos e alguns países europeus que apoiam a causa norte-americana. 

As reacções não se fizeram esperar e é provável que haja uma intervenção militar na Síria para acabar de vez com o regime. No entanto, acaba-se com Assad mas as armas químicas continuam a sobreviver, até porque o Irão e Israel já vieram dizer que estão prontos para a guerra, em caso de ataque externo é claro. Na início da segunda década do século XXI o mundo está a assistir a um novo tipo de guerra. Já não se usam os tanques, soldados equipados a rigor e novas tecnologias que permitem derrotar o inimigo. O futuro é mesmo a guerra química, sendo que as consequências deste tipo de material trará consequências terriveis para a população. Há uma coisa que me espanta, como é que o Presidente Sírio ainda se mantêm no poder com o país completamente destruído. Se fosse inteligente deixava o país em estado de sítio, como está o Egipto e saia para uma reforma dourada, já que dinheiro não lhe deve faltar. Assim não terá como escapar e as forças americanas terão forçosamente de o liquidar. 

A Primavera Árabe não teve os efeitos desejados. O que se passa no Egipto é bem elucidativo da falta de preparação dos povos árabes para a democracia e para a liberdade. Contudo, continuar sob o dominio de ditadores corruptos e tiranos também não era a solução. 

3 comentários:

Fernando Vasconcelos disse...

Primeiro país é muito discutível. Já o Iraque e o Irão a tinham utilizado já para não falar da primeira guerra mundial onde foi extensivamente utilizada por ambos os lados do conflito. A guerra química não é nova ... não deixa de ser menos horrorosa por isso mas não é nova e a síria não foi o primeiro país ...

Francisco Castelo Branco disse...

não tinha essa noção...

Fatyly disse...

...ja para não falar nos conflitos versus guerras em África quer no passado e não sei, não...se no presente esse horror não é usado.

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