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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Um burlão é sempre um charlatão

Não percebo o alarido em torno do caso Artur Baptista da Silva. O que não falta neste país é charlatões e burlões, pelo que o caso do falso representante da ONU é mais um divertimento natalício do que qualquer outra coisa mais grave. A importância que estão a dar a esta situação implicará o aparecimento de mais aldrabões. Eu até acho divertido esta história toda, porque revela bem o sentido de humor que os portugueses têm. 

2 comentários:

Observador disse...

Alguém no seu perfeito juízo acredita que um gajo tivesse passado por representante da ONU durante tanto tempo?
Um gajo, sozinho.
Estamos a dar demasiada importância ao (não) assunto mas que é estranho é.
Ou o gajo dizia-se vendedor da Tupperware?

FireHead disse...

Apesar de Natal também acabar em "al" como o Carnaval, é só no Carnaval que ninguém leva a mal.

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