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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

É sempre Obama

Sou um fã das capas da Time, especialmente nesta altura do ano quando há uma enorme expectativa em relação ao Prémio Personalidade do Ano. O ano passado concordei com a atribuição, sendo que ela foi bastante feliz. O mesmo não posso dizer em relação a este ano. Repetir a escolha no Presidente dos Estados Unidos parece-me ser um pouco populista. É verdade que Obama venceu as eleições norte-americanas, no entanto trata-se de uma reeleição que geralmente é ganha pelo Presidente em funções, ainda para mais Mitt Romney conseguiu equilibrar a eleição durante largos meses. 
Neste tipo de prémios só se costuma olhar para o positivo, contudo há aspectos negativos a ter em conta. É sob este prisma que Obama foi eleito personalidade do ano?
Não parece que assim seja, acho que há uma certa tendência para elogiar Obama naquilo que faz. Ele teve imensos problemas internos devido à economia mas também em relação ao Obamacare. 
Enfim, estas nomeações são mais escolhas pessoais do que outra coisa, contudo uma atribuição pela revista Time é sempre honroso. 

2 comentários:

Observador disse...

A Revista Time sabe o que faz e porquê.
Não se deve questionar Obama por causa do tal 'Obamacare', uma tentativa de criar um sistema de saúde no país acessível a todos.
Mitt Romney seria uma hipótese se ... não existisse. Ser candidato e estúpido, fazendo o pleno nos disparates em campanha eleitoral, tirou-lhe qualquer possibilidade de fazer parte, inclusive, do casting inicial.
Não me parece grave que a revista tenha repetido a escolha.
Uma figura que vence, duas vezes seguidas, as eleições, merece ser a Personalidade do Ano. tanto mais tendo sido um ano complicado.
De resto, quem mais poderia ser?

Francisco Castelo Branco disse...

Aí entra outra questão que coloco: será que a escolha não se deveu a falta de opções?

Eu por mim escolhia a Europa por tudo o que ela tem passado mas também pelo prémio nobel da paz, no fundo é a antítese.

Em 2008 Obama ganhou mas acho que nesse ano venceu o nobel da paz também.

Não quero tirar mérito à revista Time, nós por cá temos também este tipo de prémio, mas menos relevante claro.

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