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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Variação Dívida Pública (de 1850 aos nossos dias)

Um gráfico, ilustrado, muito interessante.
E que convém ter presente na memória.


11 comentários:

Francisco Castelo Branco disse...

pelo gráfico nota-se que foi com o governo guterres que isto começou a descambar. Socrtates ajudou a festa

Fatyly disse...

Pedro
Realmente é interessante e a maior subida (em proporção) deu-se naquilo que falaste...precisamente na década de 80. e Cavaco sempre sorridente, pois é... a culpa morrerá solteira.

Pena é que não tenha continuidade...já que depois de Sócrates até à actualidade é sempre a subir!.
Nunca tinha visto e obrigado!

Agora vou lá deixar no teu espaço mais uma coisinha, porque aqui ficará fora de contexto.

Um abraço

Rui da Bica disse...

Bem elucidativo ! Soares e Sócrates sempre afirmaram que as dívidas não eram para ser pagas, mas sim negociadas e encarregaram-se de as aumentar desmedidamente ! :((
... Só é pena eles não serem capazes de as negociar. Gostava de ver como !
.

Francisco Castelo Branco disse...

Pior mesmo é o ar cinico de socrates

FireHead disse...

Impressionante como ninguém fala do grande estadista António de Oliveira Salazar... claramente o melhor período de Portugal neste aspecto.

Pedro Coimbra disse...

Meus caros,
Deixem-me que vos conte as minhas memórias:
O desvario começa com Soares, interrompe no primeiro governo de Cavaco (minoria), dispara no segundo governo Cavaco e o monstro vai crescendo a partir de então.

FireHead,
O salazarismo só terá sido positivo no controlo do défice.
Com que custos em termos políticos, sociais, de total desrespeito pelos direitos, liberdades e garantias das pessoas?
Uma coisa não compensa, de forma nenhuma!!, a outra.

Catarina disse...

Um gráfico muito curioso e elucidativo Pedro. Obrigado*

Francisco Castelo Branco disse...

é estranho o descalabro começar com Soares logo quando entrámos para a CEE....

Sim, Cavaco teve necessidade de usar os fundos para desenvolver o país. Socrates desenvolveu-o demais

Fatyly disse...

Pedro Coimbra
Subscrevo inteiramente o teu comentário!

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Já tinha visto este gráfico noutro blog e repito o comentário que lá deixei, Pedro:
Embora nunca tenha gostado de Sócrates, há uma coisa que raras vezes ouço dizer.Quando a crise começou, em 2008, a senhora Merkel e a UE convenceram-se que o investimento público ia combater a recessão e Portugal, como outros países, investiram mesmo. E demasiado, também... Essa foi uma das causas para a proliferação das PPP...
Entretanto, acabei de ver na RTP um programa sobre a recuperação económica da Islândia, que há quatro anos estava falida e hoje é um país pujante novamente. Em apenas 2 anos a taxa de desemprego baixou de 12 para 5% e em 4 o PIB passou de - 3,5% para+ 2,1!
Às vezes as ajudas europeias só atrapalham, como é o caso de Portugal...

Pedro Coimbra disse...

Francisco,
Estranho, mas real.
Porque Soares foi dos primeiros que pensou que o dinheiro que recebia era "emprestadado" .
Pois, não era!!!


Catarina,
Uma imagem vale por mil palavras, não e?


Fatyly,
A gente sai disto.
E vamos sair mais fortes.


Carlos,
Já me falaram nesse programa.
Estou curioso para ver.
E estou convencido que Portugal também vai sair fortalecido desta crise.
Na MIF, que decorre em Macau, a participação portuguesa e a maior de sempre.
Tocou o despertador!!!!
Culpar Sócrates, sozinho, por este desvario, não e honesto, Carlos.
Ponto final!
E eu não gosto do tipo nem um bocadinho.

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