quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Errare humanum est, perseverare diabolicum

Portanto a brilhante ideia, certamente medida, testada, estudada durante horas a fio cai por terra assim sem mais ao primeiro sinal de que não seria talvez assim tão boa na opinião de entidades que a tinham acabado de receber.

Corolário 1: Essas entidades empregam génios e o governo deveria ter um melhor headhunter e se calhar outro ministro das finanças (isso e descobrir onde anda o da economia desaparecido em parte incerta há mais ou menos um ano)
Corolário 2: Preparem-se que agora vem aí a verdadeira medida que nos querem fazer engolir.
Corolário 3: Aprende-se muito nas reuniões da Tapperware e nas televendas.

Escolham o que vos parecer mais relevante se acharem que têm mesmo de escolher ... e desculpem a brincadeira mas nesta altura já só dá mesmo para rir. Não é possível semelhante dupla incompetência. Se acreditavam na sensatez da medida bolas defendam-na, se não acreditavam porque a propuseram? Em menos de um mês três episódios deste tipo? Não vão nunca aprender?

É que pior do que achar que nos propõe medidas inúteis só acharmos que as propõem só porque sim ou porque estão de cabeça perdida. Neste momento é exactamente isso que parece. E relembro que já se demitiram governos em Portugal por muito menos do que isto. Não, não defendo novas eleições, defendo isso sim que se certifiquem da sanidade mental de alguns membros do governo. Se os encontrarem claro porque a acreditar na frase em titulo por este andar já vão a meio caminho de casa ... fatos de amianto podem dar jeito na pesquisa.


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