Etiquetas

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

a eleição a voar pela janela

O candidato republicano afirmou que as janelas do avião deveriam estar abertas, isto no caso de alguma emergência. 
As declarações de Romney, como não podia deixar de ser tiveram um eco e uma repercussão por todo o mundo. É pena que assim seja, pois o candidato republicano estava a conseguir "empatar tecnicamente" com o actual Presidente. No entanto, estas declarações podem ter estragado tudo.

Até que ponto uma gaffe pode deitar tudo a perder numa eleição?

É óbvio que isso depende do eleitorado, mas as consequências podem ser terríveis, até porque é a imagem do candidato que está em causa. A gravidade da gaffe também é importante. Neste caso, trata-se de uma sugestão ridícula e não de uma ofensa. O problema é que ninguém quer um Presidente que diga parvoíces. Se fosse em Portugal, esta gaffe não teria qualquer influência no sentido de voto, até porque estas piadas divertem o povo. No entanto, nos Estados Unidos já é diferente. Cada frase é analisada ao milimetro e é certo que a popularidade de Romney baixou significativamente. Além do mais, o momento não foi o mais oportuno. Quantos investidores não se arrependeram de ter contribuído para a campanha de Romney depois do candidato ter proferido aquelas palavras?

Hoje em dia, com os profissionais da comunicação que acompanham os candidatos, estas gaffes são cada vez menos recorrentes. O problema é a dimensão que provoca quando se tem de conquistar um eleitorado sensível...

Cabe aos políticos pensaram primeiro antes de, no calor do discurso, proferirem frases que podem deitar o trabalho pela janela fora....


Sem comentários:

Share Button