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terça-feira, 26 de junho de 2012

Mais um no clube dos desempregados

O Chipre é o quinto país da União Europeia, depois de Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha; a pedir ajuda ao FMI. Com o pedido de assistência cipriota, os países em dificuldades completam uma mão cheia, prometendo não ficar por aqui, já que a Itália deve ser a nação que se segue neste contágio epidémico da dívida que está a dar cabo da Europa, ao ponto de se falar em bancarrota na Grécia e necessidade de mais austeridade em Portugal.

O caso cipriota é particularmente interessante, tendo em conta que a sua economica ficou muito exposto à dívida grego e devido às relações de proximidade e comercial entre os dois países era natural que Nicosia tivesse de se socorrer de uma ajuda financeira. Assim sendo, a provável bancarrota grega poderá levar a ilha ao fundo.

Em vésperas de mais um Conselho Europeu a situação cipriota deve ser tema de debate. É notório que a Zona Euro continua a degradar-se apesar das tentativas falhadas de antigo dueto Merkel-Sarkozy em criar mecanismos de rigor orçamental. No entanto, nem sempre a organização do orçamento é suficiente para fazer a economia crescer. Tudo bem que é preciso arrumar a casa, mas esta nunca será competitiva se ficar quieta no seu lugar. Ao mesmo tempo das limpezas é preciso arranjar forma, para que os outros a possam visitar.

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