terça-feira, 1 de maio de 2012

Não há crise

Esta é uma imagem frequente nas lojas Pingo Doce. A promoção que a cadeia de supermercados do Grupo Jerónimo Martins levou milhares e milhares de pessoas a fazer compras superiores a 100 euros, tendo assim um desconto de 50%. 
Não se entende como é que numa altura destas as pessoas se deixam levar por esta publicidade, que só beneficia o grupo empresarial. 
Este é mais um exemplo de desperdício de dinheiro que por cá ainda se faz. De facto, ninguém aprendeu ainda com a crise. Sorte da cadeia de supermercados que conseguiu atrair milhares de pessoas com a sua publicidade. Mesmo em alturas de recessão, a publicidade empresarial leva a melhor sobre os conselhos do Governo.

4 comentários:

Fernando Vasconcelos disse...

Bom tudo depende Francisco. Se realmente necessitavam dos bens adquiridos ou seja se se limitaram a antecipar uma compra até estiveram próximos das recomendações do primeiro ministro que é poupar. Por outro lado também gostaria de referir que €100 em compras de supermercado para uma família não é assim tanto. Eu gasto bem mais do que isso por mês e somos apenas 2. Por fim Francisco deixo-te uma questão em tom de desafio. Se todos pouparmos em tudo quem é que exactamente vai consumir os bens resultantes da nossa acrescida produtividade? E se todos os Europeus pensarem assim? E pior ainda se todos os habitantes do planeta pensassem assim, o que achas que iria a acontecer? Esta questão como com certeza entendes é bastante mais profunda e para mim faz parte de uma das questões a que devemos efectivamente responder.

Francisco Castelo Branco disse...

Eu como ainda sou um gasto muito menos, mas eu vi pessoas a tirarem todo o tipo de produtos.

A questão é que neste tipo de situações as pessoas acabam por se "iludir"

Francisco Castelo Branco disse...

Quanto às questões...

eu sei que temos de gastar e consumir, mas não sei se o objectivo do Pingo doce foi garantir receitas ou ajudar as familias.

Fica mais uma questão para reflectir

expressodalinha disse...

O MK das provocações.

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