sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Merkeladas

As criticas de Angela Merkel em relação à Madeira e de Schulz relativamente a Portugal abrem uma nova frente na politica europeia.
Há uns meses atrás, a Chanceler Alemâ que deve andar com falta de qualquer coisa; criticou o facto da oposição portuguesa não viabilizar o PEC III do então Primeiro-Ministro José Socrates.

Não sendo a primeira vez que a sopeira mete a foice em seara alheia, é preciso uma repreensão pública e urgente em relação à ingerência alemâ nos assuntos portugueses. Nem Cavaco, nem Coelho responderam por medo de represálias e não me venham dizer que "é por causa dos mercados e da imagem".

No entanto, não é admirar este silêncio por parte dos nossos responsáveis políticos, devido à submissão política e económica que o país atravessa. Com a Grécia a entrar na bancarrota, Portugal vai ser o alvo de todas as criticas e comentários negativos até chegar à falência.

O Presidente da Comissão Europeia também não diz nada, e sendo ele português poderia ter tido algo para dizer. Mas não, ficou calado tal como os nossos responsáveis políticos. Menos um!

Alberto João, esse social-democrata ressabiado conseguiu meter a Merkel na toca do Coelho.

6 comentários:

Fatyly disse...

Ali em baixo referes:
"São os piegas que têm estado à frente do destino e das políticas do nosso país.

É com eles que o Coelho quer acabar."

e ficas admirado que nem ele, nem ninguém tenha respondido, excepto AJ (ressabiado é pouco) à (enâ, enâ), "tem de falta de...e sopeira"? Eu não porque coragem, frontalidade e comunicação não é de todo "o toque deste governo submisso".

Falidos já estamos nós há muito e à custa dos mesmos de sempre! APRE!

Anónimo disse...

Francisco
Eu tenho uma apreciação diferente. E explico. Que disse a Frau Merkel mais que a esquerda não tenha berrado ( berrado em algarvio é criança chorando ) a plenos pumões nas ultimas décadas ? A esquerda por ciúme político para não lhe chamar incapacidade de correr com o AJ. A Frau Merkel por ver os impostos dos alemães e o dinheiro dos bancos "germanos " serem esbanjados pelo que eles ainda vêm e quem sabe se com alguma razão pelos " mouros " do Sul!.... ( esta de mouros do Sul veio do meu professor de Matemática no instituto Industrial de Lisboa,o saudoso Dr. Tavares de Matos que era de Coimbra) Aqui entra outro factor, ignorado constantemente, que é:- quem empresta fica com um olho no seu capital! ....quem espera solidaridade de um credôr deve estar vivendo noutro planeta ou....sonhando acordado.

DCS ( retired ATP)

Francisco Castelo Branco disse...

Percebo essa teoria, mas acho que é demais as palavras contra nós como se fossemos uns alarvos e preguiçosos

até porque esta situação é mais culpa da europa do que só nossa

Francisco Castelo Branco disse...

e há mecanismos politicos que condenam os esbanjadores

expressodalinha disse...

Como todos sabemos o deficit de uns é o superavit dos outros. É o caso da Alemanha que se encheu com o dinheiro dos mouros que, curiosamente, era em grande parte dela própria, devidamente branquaedo pea Zona Euro. O reequilíbrio da Europa é essencial. A Alemanha está a aproveitar a crise e a jogar em dois carrinhos: ou consegue uma Europa Federal em que mande efectivamente, ou descola para outra realidade (o leste, a China...). A teoria do Império é a única teoria útil no meio de toda esta confusão. Pena que os credores não tenham uma teoria alternativa, nem que seja para negociar.

Francisco Castelo Branco disse...

vai sair sempre a ganhar com a crise.

É por isso que a os verdadeiros culpados disto tudo são os alemães e franceses.

Não me venham dizer que estas regras orçamentais são a solução

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