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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Nunca houve um almoço grátis

Imagine um vagabundo com roupas gastas, sujas, rasgadas. Com a barba por fazer. Uma pessoa que não toma banho desde que se lembra.

Agora imagine que ele entra no melhor restaurante de Bruxelas e vai directamente a uma mesa. Senta-se, coloca o guadanapo no colo e aguarda pacientemente pelo atendimento.

Se esse vagabundo fosse qualquer um de nós o empregado vinha e gentilmente diria: desculpe mas terá de sair uma vez que não tem dinheiro para pagar a refeição.

Agora se esse vagabundo fosse José Socrates, não só convencia o empregado do restaurante a trazer a refeição como ainda o convencia a não lhe trazer a conta porque José Socrates ia comprar o restaurante no dia seguinte e o empregado seria chefe de sala. Claro que nada disto ia acontecer a não ser o convencimento do empregado.

O problema é que já fomos(Portugal) a todos os restaurantes (quando até podíamos ter jantado em casa) e já todos conhecem José Sócrates. Nem na pior barraca de Rabo de Peixe nos servem uma refeição.

Acabou…. E que aventura que foi.

Nós fazemos a próxima refeição em casa.

Quanto ao José Sócrates, não tenho a mínima dúvida… vai comprar roupas, fazer a barba, tomar banho e continuar a jantar fora. Quem sabe se ele não compra uns restaurantes e tudo.

Nós os portuguese vamos recomeçar… mais uma vez. O que importa é isso mesmo, recomeçar!

1 comentário:

Francisco Castelo Branco disse...

Ele foi a restaurantes muito caros e com algumas duvidas no seu financiamento.

China
Libia
e agora o Brasil......

só falta a venezuela. Mas essa fica para depois das eleiçoes se Socrates vencer

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