sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Assembleia de Pinguins - Morte por Pauzinhos XVII

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Todos estavam a tentar acabar com a Assassina. Também os pinguins Rocker tentavam co o seu bico e mãos afiadas romper com a espessa camada que as orcas têm, mas mesmo assim nada a fazia demover daquele local. O alvo dela era os Penguzan definitivamente, estava ali por causa deles e pronta a causar uma baixa na tribo. Era agora notório entre a comunidade que alguém se tinha descuidado e revelado onde haveria comida para a baleia.

Luisim, Dinguim, Franguim e até Carolim atiravam constantemente pedras e flechas feitas de árvore, mas não era seguramente uns pauzinhos e umas pedrinhas inofensivas que iriam demover um animal daquele tamanho. Muito menos causar danos na sua pele. Havia que recorrer a métodos mais práticos e eficazes.

De longe, algumas morsas e hipopótamos olhavam para o espectáculo com alguma ansiedade e incerteza. Se por um lado, queriam ajudar por outro não se sentiam capazes de enfrentar a gigante dos mares.

Reuniram-se entre si para aferir de que maneira é que poderiam atacar o animal. Naquele instante a Assassina começou a chamar pelos seus amigos através dos seus uivos. Foi então que a Comunidade presente na Ilha ficou perplexa, porque temiam que o arquipélago ficasse inundado de Orcas famintas á espera do primeiro mergulho das espécies que habitavam nas Caçarola.

Franguim deu logo o sinal: - Ela está a chamar os seus amigos, família e tudo o que houver de parentesco nas Orcas. Avisa que aqui há comida e à fartasana. - Temos de manter a calma, enquanto nos mantivermos em terra nada nos pode acontecer – sossegou Zéguim. - E quando fomos para a água? – Questionou Carolim. - Aí vai ser um problema dos diabos – avisou Dinguim. Não havia maneira de acabar com o grande animal que dominava aqueles mares e deixou a população local sob forte suspeição e apreensão. Nem mesmo os poderosos ursos polares se aventuraram em lutar contra a Orca.

Depressa se chegou à conclusão que dificilmente de terra se alvejaria a baleia. Era necessário ter algum aliado que fizesse do mar o seu único habitat. Não sendo fácil para um pinguim de meia tigela, uma foca com 100 kilos, uma morsa que não consegue andar devido por causa dos seus dentes, um hipopótamo que está sempre a dormir ou outro qualquer animal que não seja mamífero derrubar uma baleia se não estiver na água. Por muito que os penguzan mais novos ficassem deliciados pelos seus pauzinhos darem a sensação de que a baleia tivesse sido atingida. Pura ilusão.

Neste preciso momento, alguém se lembrou de chamar a Brigada Narval Continental….

(continua dia 10...)

2 comentários:

Francisco Castelo Branco disse...

nem de proposito http://www.youtube.com/watch?v=whglEFYC1vE

Anónimo disse...

Трогательная новость, как скоро ожидается публикацию обновлённого материала и вообще стоит ожидать ?

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