terça-feira, 28 de julho de 2009

Joana Amaral Dias por Coimbra

O Francisco lá fez birra e a Joana poderá ter de se ir embora, tal como o Zé passou a ir às reuniões do secretariado do PS Lisboa pois lá è que passava a fazer falta. Mais uma mostra de que a política, mesmo no Bloco de Esquerda, é à portuguesa e funciona à conta das promessas de emprego no Governo ou na Administração Pública. Tal como Guterres que tentara incluir uns quantos bloquistas insatisfeitos na chefia da Adsministração Pública, Sócrates procurou substituir Manuel Alegre por alguém que preenchesse a alma política deste; enganou-se, pois não é com a trafulhice do costume que se consegue comparar os resultados da sondagem com a revolta do poeta.
Joana, que nesta campanha (sendo verdade) e, seguindo os ditames da Ciência Política, se tornaria uma candidata pára-quedas, poderia revolucionar o Ministério da Saúde com a sua formação especializada em psicodrama, talvez de sobeja importância para gerir o conflito pessoal com o Francisco depois da campanha presidencial de 2006; é que por cá as Joanas não podem apoiar os Mários, mesmo que seja nisso em que elas acreditam pois os nomes e as etiquetas partidocráticas são mais importantes do que a liberdade cívica de nos acharmos globais. Em Portugal o personalismo continua a vencer 1-0, apesar das frases dos poucos liberais de espírito.

3 comentários:

Francisco Castelo Branco disse...

Isto quer dizer que Joana Amaral Dias vai apresentar-se pelo PS?

Bruno Gonçalves Bernardes disse...

Isso não sei. A senhora hoje esteve "incontactável", disse o DN.

Francisco Castelo Branco disse...

Se for mesmo nas listas do PS, é um escandalo Politico...

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