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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Na ordem de Bruxelas.... Parte XI

A semana passada o Conselho Europeu discutiu a crise financeira, as alterações climáticas e o Tratado de Lisboa

Quanto á crise financeira é necessário uma actuação conjunta dos 27 membros. Não podemos é andar a pagar o que outros andaram a fazer de mal, isto é, não podem os portugueses pagar as crises de bancos belgas, franceses ou italianos. Nem vice-versa. Isto do Governo português andar a salvar bancos em vez de se preocupar com o desemprego, fome, questões sociais; é mais do mesmo aquilo que se faz lá fora.

As alterações climáticas têm que fazer parte da agenda. Não só da UE, mas também da humanidade. Principalmente dos EUA. É que as alterações climáticas pode mexer com a crise, com a instabilidade dos mercados. Pode haver um verdadeiro tornado á volta dos mercados financeiros. E das pessoas. Se não sabemos se vai chover, como poderemos produzir o suficiente? É que quem anda á chuva molha-se e constipa-se.

Mas é preocupante a instabilidade e a continuo crescente de periodos de temporais e de seca.

Quanto ao Tratado de Lisboa, foi proposto que se fizesse um segundo referendo em relação ao documento. É mais uma manobra politica e um "impor" ´à força por parte de Bruxelas. O que vai acontecer se houve novo chumbo? É uma questão de seriedade politica e de aceitar a vontade soberana da população. Querem uma Europa Federal para isto? Para ser Bruxelas a mandar?

3 comentários:

Francisco Castelo Branco disse...

estará a UE no bom caminho?

Rafeiro Perfumado disse...

Francisco, triste é saber que entre prestar atenção ao nosso futuro ou ao futuro dos Bancos, a segunda opção será sempre privilegiada.

Um abraço e um bom Natal, com ou sem presentes!

Francisco Castelo Branco disse...

Lá se vai a ideia de uma Europa cada vez mais social

ou do famoso Modelo Social Europeu

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