sábado, 8 de março de 2008

Parlamento aberto aos Independentes.....

O debate já esta em discussão.Ganhou relevo com o recente nascimento de novos movimentos que se constituiram para concorrerem ao Parlamento. A criacao do MMS e do MEP, está relacionado com a falta de oportunidades que os ditos "independentes" têm em concorrerem ao Parlamento sem estarem integrados num partido politico. Daí que estes movimentos possam integrar pessoas ditas "anónimas" e da "sociedade civil". Que querem fazer politica e ajudar a resolver os problemas do país nao estando na máquina partidaria. Há espaco para estes independentes que querem participar na vida nacional mas sem se dedicarem uma vida inteira a um partido politico. O nascimento destes movimentos, é no fundo, muito positivo. Vai abrir mentalidades e oportunidades a quem até aqui nao tinha essa visibilidade. Serão os cidadaos comuns capazes de fazer melhor que os actuais politicos? Um independente tem a capacidade de decidir por si, sem estar dependente de opcoes partidarias ou de bancadas, por vezes mal dirigidas. Não estamos condenados a olhar para o Parlamento como uma "casa fechada". Sem oportunidades para os demais. O nascimento destes Movimentos Civicos é uma prova disso mesmo. Há que "abrir" as portas do hemiciclo a outras figuras que podem fazer muito mais do que um partido só. Estes movimentos vieram trazer uma nova esperanca?

5 comentários:

Francisco Castelo Branco disse...

NOTA

O texto esta sem acentuacao correcta. Porque escrevi o texto num computador "americanizado".
Logo que possivel, irei corrigir aquilo que estiver mal. Em termos de acentuacao

Paulo Edson Cunha disse...

Sem dúvida que a resposta à questão é sim. E se os partidos não entenderem esta nova realidade vai-lhes acontecer o mesmo que ao mário Soares nas últimas presidênciais ou ao PSD nas autárquicas de Lisboa.
E estamos a falar de supostos independentes, que não eram mais do que descontentes com o partido.

Francisco Castelo Branco disse...

e isso é positivo?
Uma nova forma de "olhar" a politica?
E também os partidos....

expressodalinha disse...

Acho que por enquanto é só conversa. Os partidos tudo hegemonizam. Nas democracias mais velhas é a mesma coisa. As chamadas "tendências" tb. não são grande solução, até porque quando um partido está no poder, acabam-se logo as tensões internas. A coisa não está fácil!

Arq. Luís Marques da silva disse...

Continuo a achar que a política, é uma arte nobre, mas desvirtuada: Desvirtuada pela canalha que, mal preparada, teima em se considerar única.
Em nome da política, age-se de forma baixa e pouco digna; mente-se, rouba-se e traí-se.
Á bastante tempo que entendo, serem os movimentos cívicos, aqueles que poderão agregar em si,
os grupos de pessoas com vontade participativa, na vida política e social do país.
Pessoas que já não se revêm nesta partidocracia fria e distante das verdadeiras aspirações e necessidades sociais.
É preciso, no entanto, ter cuidado com alguns desses movimentos; saber se, debaixo da pele de cordeiro, não se esconde um lobo... Um lobo partidário!

Share Button